01 - NestAmes tempos dE7e morte e Amaridez,
Muita trA7eva e insensatDmez,
Quero Gver o direito brCotar,
Como foBnte perene a jorE7rar.
Ó SenhAmor, quero veGr o direito brotF7Mar
Como Cfonte pG/Berene a jE7orrar.
Ó SenhAmor, quero veGr o direito brotF7Mar
Como fConte peG/Brene a joAmrrar.
02 - NestAmes tempos dE7e desoAmlação,
ImpieA7dade e corruDmpção,
A justGiça eu também queroC ver,
Como ágBua de riacho aE7 correr.
Ó SenAmhor, a justGiça eu também queroF7M ver
Como Cágua de G/Briacho a E7correr
Ó SenhAmor, a jusGtiça eu também querF7Mo ver
Como Cágua de G/Briacho a Amcorrer
03 - NesteAms tempos deE7 tanta Amaflição,
SofrimA7ento e má conDmdição,
Quero Gver a cidade muCdar
E a Bvida enfim melhoE7rar.
Ó SenhoAmr, quero verG a cidade mudaF7Mr
E a viCda, enG/Bfim, melhoE7rar.
Ó SenhoAmr, quero veGr a cidade mudaF7Mr
E a Cvida, G/Benfim, mAmelhorar.
04 - NesteAms tempos dE7e poucaAm razão,
A mentA7ira sustenta aDm ilusão,
A verdGade precisa reCinar
Para a “cBasa comum” liE7bertar.
Ó SenhorAm, a verdadGe precisa reF7Minar
Para a cCasa coG/Bmum liberE7tar.
Ó SenhoAmr, a verdadGe precisa reF7Minar
Para a cCasa coG/Bmum libAmertar.