FAh! Quanta espF7era, desde as fBbrias madruBdimgadas,
GmPelo reméC7dio para aFliviaBbr a doFr!
Este é teu pF7ovo, em longas fBilas nas caBdimlçadas,
GmA mendigaC7r pela saFúde, Bbmeu FSenhor!
BbTu, que vieste pra que tFodos tenham vida,
A7Cura teu povo dessa Dmdor em que se encFerra;
Que a fé nos F7salve e nos dê fBborça nessa lBdimida,
FE que a saúde se difuC7nda sobre a Fterra!
FAh! Quanta genF7te que, ao chegBbar aos hosBdimpitais,
GmFica a soC7frer sem leito e sFem meBbdicameFnto!
Olha, SenhF7or, a gente nBão suporta Bdimmais,
GmFilho de C7Deus com esse indiFgno tBbratameFnto!
FAh! Não é justF7o, meu Senhor, Bbver o teu Bdimpovo,
GmEm sofrimC7ento e priFvaçãoBb quandFo há riqueza!
Com tua forçF7a, nós veremos mBundo novo, Bdim
CGmom mais jC7ustiça, mais saFúde, mBbais belFeza!
FAh! Na saúF7de já é qBbuase escurBdimidão,
GmFica conoC7sco nessa FnoiteBb, meu FSenhor,
Tu que enxerF7gaste, do teu poBvo, a aflBdimição,
GmE que desC7ceste pra cuFrar a sBbua dFor.
FAh! Que alegriF7a ver quem cuida Bbdessa Bdimgente
GmCom a comC7paixão daquele bFom saBbmaritaFno.
Que se conveF7rta esse tBrabalho na semeBdimnte
GmDe um traC7tamento para todFos maBbis hFumano!
FAh! Meu SF7enhor, a dor do irmBbão é a tuaBdim cruz!
GmSê nossa C7força, nossa luFz e sBbalvaçãFo!
Queremos serF7 aquele tBoque, meu JBdimesus,
GmQue traz C7saúde pro doenFte, noBbsso irFmão