EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
BenCdize, ó minha Amalma, ao SenDhor!
Ó meu CDeus e meu SenAmhor, como sois Dgrande!
Quão numerCosas, ó SenAmhor, são vossas Dobras
Encheu-se a Cterra com as Amvossas criaDturas!
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
Se tiCrais o seu resAmpiro, elas peDrecem
E Cvoltam para o Ampó de onde viDeram
EnviCais o vosso esAmpírito e reDnascem
E da Cterra toda a Amface renoDvais
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
Que a Cglória do SenAmhor perdure Dsempre
E aClegre-se o SenAmhor em suas Dobras!
Hoje Cseja-lhe agraAmdável o meu Dcanto,
Pois o SenChor é a minha Amgrande aleDgria!
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D
EnviGai o vosso EsEmpírito, SenBmhor
E da Cterra toda a Amface renoFvai! D