Aos Ddoentes, do céu amor trazF#m7es,
vendo neGles o próprio SenDhor,
servo e esA7cravo de todos te fazDes, Bm7
nos camEinhos tão cheios de dAor!
Cruz vermDelha, do sonho maF#m7terno,
já traGzias no ventre feDliz,
que seA7ria, depois, bem eteBm7rno,
que o céu loEuva, saA7úda e benDdiz! D7
(refrão)
São CaGmilo de Lellis, A apreF#mndeste dos CBméus
que os enfEmermos são seA7mpre "As PuDpilas de DAmeus”! D7
Tua Gfé nos ensina, A que hF#mospital é jaBmrdim,
onde vEmidas são flAores, G de nobreza sem fDim!
Junto Daos leitos, de dor não medisF#m7te,
sacriGfício, no puro serDvir.
E nos olA7hos de pranto então visDte, Bm7
a espeErança brilhar e sorArir!
CoraçDões a pulsar, reveF#m7stidos
Da graGndeza de teu idDeal,
também dA7ão a mil rostos sofrBm7idos,
vivo alEento do aA7mor diviDnal! D7
Dos enfermDos patrono celesF#m7te,
E de sGeus servidores no Dbem,
obra A7tal não é tua – soubDeste – Bm7
mas de CEristo e dos anjos tambAém!
Pés ferDidos e chagas da F#m7vida,
mais fiGzeram crescer teu feDrvor,
pela geA7nte hoje tão excBm7luída,
roga, pEois, São CamA7ilo ao SeDnhor! D7