Se calaCrem a voz dos prEmofetas, as peFdras falGarão
Se fechaCrem os poucos caEmminhos, mil trFilhas nascerGão
Muito tAmempo não dura a veEmrdade, nestas marFgens estreitas demF#ºais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre Cmais C7
Refrão:
É JeFsus esse pão de iguGaldade
VieCmos pra comuAmngar
Com a lDmuta sofrida do Gpovo que quer ter Cvoz, teFr vez, lCugar C7
ComFungar é tornar-se um peGrigo
VieCmos pra incomoAmdar
Com a Dmfé e união nossos pasGsos um dia Cvão cFhegar C
O EspírCito é vento incEmessante, que Fnada há de prenGder
Ele sopCra até no abEmsurdo, que a geFnte não quer Gver
Muito tAmempo não dura a veEmrdade, nestas marFgens estreitas demF#ºais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre Cmais C7
Refrão
No banquCete da festa de uns poEmucos, só rFico se seGntou
Nosso DeuCs fica ao lado dosEm pobres, cFolhendo o queG sobrou
MuAmito tempo não duraEm a verdade, nestaFs margens estreitaF#ºs demais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre Cmais C7
Refrão
O poCder tem raízes na aEmreia, o tFempo faz cGair. UniãCo é a rocha que o Empovo usFou pra conGstruir...
MuAmito tempo não duraEm a verdade, nestaFs margens estreitaF#ºs demais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre Cmais C7
Refrão
Toda Cluta verá o seu dEmia nascFer da escurGidão. EnsaiCamos a festa e a aEmlegria, fazFendo comGunhão...
MuAmito tempo não duraEm a verdade, nestaFs margens estreitaF#ºs demais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre Cmais C7
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