As Nossas Mãos Se Abrem

Católicas

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Tom
[Intro] D Em Bm G A
Primeira Parte
 As nDossas mEm7ãos se Bm7abrem, mGesmo na luta e na dDor A7
 E trDazem pEm7ão e vBm7inho pE7ara esperar o SenhAor
Refrão
 DGeus ama os pDobres Ae se fez pobre tambDém D7
GDesceu à tDerra Eme fez pousA7ada em BelDém A
Segunda Parte
 As nDossas mEm7ãos se elBm7evam, pGara num gesto de amoDr A7
 RetrDibuEm7ir a vBm7ida qE7ue vem das mãos do SenhAor
Refrão
 DGeus ama os pDobres Ae se fez pobre tambDém D7
GDesceu à tDerra Eme fez pousA7ada em BelDém A
Terceira Parte
 As nDossas mEm7ãos se encBm7ontram nGa mais fraterna uniãDo A7
 FaçDamos dEm7este mBm7undo a graE7nde "casa do pAão"
Refrão
 DGeus ama os pDobres Ae se fez pobre tambDém D7
GDesceu à tDerra Eme fez pousA7ada em BelDém A
Quarta Parte
 As nDossas mEm7ãos sofrBm7idas nem sGempre têm o que dDar A7
 Mas vDale a prEm7ópria vBm7ida dE7e quem prossegue a lutaAr
Refrão
 DGeus ama os pDobres Ae se fez pobre tambDém D7
GDesceu à tDerra Eme fez pousA7ada em BelDém A