[Intro] Dm A Dm A
Dm D7 Gm Bb
A Dm A7
DmSenhora do CA7armo, Teus gDmrandes favA7ores
Qual DmchuvD7a de floreGms, que a tBberra inundA7ou
Há qDmuase mil aA7nos se Dmdão com laA7rgueza
E aDm suaD7 riquGmeza jamaBbis se eA7sgotDmou C
Refrão
É teu sFanto escapGmulário
Um esBbcudo forte e beClo
A nóFs todos F7necessBbárioBbm
Ó RaFinha do CarmCeloF
DmDa tua bondA7ade, a prDmova nos deA7ste
Nos DmdandD7o uma veGmste, que veBbio do céA7u
E aquDmele que mA7orre com Dmela vesA7tido
Do DmfogoD7 temiGmdo, jamaBbis serA7á réDmu C
Refrão
DmÓ grande prA7omessa! ÓDm prova subA7lime
DoDm amoD7r que reprGmime, as forBbças do mA7al!
Ó vDmeste bendA7ita, ó pDmano sagA7rado
Com o DmseloD7 marcGmado do amBbor matA7ernaDml C
Refrão
O dDmom sabatA7ino que a pDmena abrevA7ia
TamDmbém,D7 ó MariGma nos deBbu teu amoA7r
E assDmim, a justA7iça de DeDmus, em teu A7dia
Não mDmostrD7a energGmia SuspeBbnde oA7 vigDmor C
Refrão
Ó flDmor do CaA7rmelo, ó lDmuz que nos gA7uia
Ó VDmirgeD7m MariGma, bendiBbta hás de sA7er
Em tDmodas as lA7ínguas, por tDmodos o s A7povos
Por vDmelhoD7s e noGmvos, do teBbmpo aA7o coDmrrer C