Refrão
DQuem beAber daquela Gágua que eu lhe F#der
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Primeira Parte
AsDsim como a corça susApira
Pelas Gáguas corEmrentes
SusEmpira igualmAente minh’Emalma
Por vAós, ó meu DDeus!
Refrão
DQuem beAber daquela Gágua que eu lhe F#der
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Segunda Parte
A minh'Dalma tem sede de DAeus
E deGseja o Deus Emvivo
Quando teEmrei a alegAria de Emver
A fAace de DDeus?
Refrão
DQuem beAber daquela Gágua que eu lhe F#der
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Terceira Parte
Como o aDbismo atrai outro aAbismo
Ao fraGgor das casEmcatas
Vossas Emondas e vAossas torEmrentes
Sobre mAim se lanDçaram
Refrão
DQuem beAber daquela Gágua que eu lhe F#der
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Quarta Parte
Que o SenDhor me conceda de dAia
Sua gGraça benEmigna
E de Emnoite, cantAando, eu benEmdigo
Ao meu ADeus, minha vDida
Refrão
DQuem beAber daquela Gágua que eu lhe F#der
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus
Não terá sGede eternaA7mente, diz JesDus