Se calaCrem a voz dos prEmofetas, as peFdras falaGrão
Se fechaCrem os poucos caEmminhos, mil trFilhas nascerGão
Muito tAmempo não dura a veEmrdade, nestas marFgens estreitas demFmais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre CmaGmis C7
É JeFsus esse pão de iguGaldade
VieEmmos pra comunAmgar
Com a lDmuta sofrida do Gpovo que quer ter Cvoz, ter vez, luGmgarC7
ComFungar é tornar-se um peGrigo
VieEmmos pra incomoAmdar
Com a Dmfé e união nossos pGassos um dia Fvão cheGgaCr
O EspírCito é vento incEmessante, que Fnada há de prenGder
Ele sopCra até no abEmsurdo, que a geFnte não quer Gver
Muito tAmempo não dura a veEmrdade, nestas marFgens estreitas demFmais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre CmaGmis C7
O poCder tem raízes na aEmreia, o tFempo faz cGair.
A UniãCo é a rocha que o Empovo usFou pra consGtruir
MuitoAm tempo não dura a vEmerdade, nestas maFrgens estreitas deFmmais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre CmaGmis C7
Toda Cluta verá o seu dEmia nascFer da escurGidão.
EnsaiCamos a festa e a aEmlegria, fazFendo comGunhão
MuAmito tempo não duraEm a verdade, nestaFs margens estreitaFms demais
Deus crCiou o infAminito pra vDmida ser seGmpre CmaGmis C7