CQuando a voz dos ventos te toG7car, buscando a faFce oculta e Glinda do viCver. SaDmberás que
está em G7ti o que Ctantas Amvezes se Dmleva a vida intG7eira pra aprCenG7der. QCuando o teu sonho
se acG7abar e tua Fvoz não G7tiver dom para CcaAmntar/ DmÉ que a Dm/Cnossa canG7ção, Cpede pra não Amser
assim, Dmmas nosso SiG7lêncio grita enCfim. C7Tu lembraFrás de tantas G7coisas que nos fCaz sentAmir.
DmSer criança em G7Hiroshima, Cnada mais é Amuma chacina. DmMas quem quer viG7ver, tenta sorCrir.
C7Tu pensarFás que o aG7mor pode não sCer tudo Ampra ti. DmPorque a guerrDm/Ca é um G7reason, Cpara
Amhomens feito DmLennon, sonhar o G7valor da vida em Csi.G7
PCra quem acredita com arG7dor. Talvez, com fForça de uma G7flor possa CmuGdar. DesDmcobrir o
sim do G7não, Cdestruir a soAmlidão esDmcondida à G7polpa de um canChão.
C7Tu deixarFás de ver a fG7lor quando os espCinhosG/B te toAmcar. DmMais bonitoDm/C é o teG7mpo, ciCcatriza
o soAmfrimento. DmMais quem quer G7viver tenta sorrCir. G7
CQuando novamente o sol G7tocar, seu rosto e asFcender, seus G7olhos pra CmostrGar. DmTanta
poeG7sia em vão. PeCdaços de aAmmor no chão. DmFrases tão peG7rdidas pelo Car.
C7Tu cantarFás, mas sentiG7rás como é diCfícilG/B ser asAmsim.│: DmMuito fáciDm/Cl é cantG7ar, mEm7as difícilAm é
sentir o Dmcanto que G7está dentro de mCim.(BiA7s)