1. Ao sFe aproximar a PáscoaFº, Tu tGme fCazes Bbo romeiro, DiriC7gindo-se Fà CiA7dade Dm
D7Rumo ao Templo lugar santo, Lá o enconGmtras prBbmofanado, Por cambistas e outroFs tantos Gm C7 F F7
BbEm tua Páscoa, não perece Quem seguirF o rumo certo A7 Dm
PoiBbs, do humano tu conheces Os sentFidos por completo Gm C7 F
2. ExpulsaFste os vendedoreFºs, E aGm EsCcriturBba se cumpriu; TuC7 disseste cFom voz fiA7rme Dm
"D7O seu zelo me consome. É a caGmsa de mBbmeu Pai, Pois é bom hoFnrar seGmu nome" C7 F F7
3. "NãFo se faz desta moradaFº, Uma GmcasCa de coBbmércio". DeC7struindo-seF o lugar A7 Dm
EsteD7 é o teu sinal: EmGm trêBbms dias tu o levantas, Ei-lo novoF, sem igual Gm C7 F F7
4. DuvidanFdo de tua foFºrça, PGmergCuntavamBb: "Como pode C7 F
DeA7struir o santuário, DmQue háD7 tempos se ergueu Gm
E Bbmfazê-lo levantar?F" NinguéGmm disso enteC7ndeu F F7
5. Era Fo Templo do teu Fºcorpo,Gm QuCe aos disBbcípulos falasteC7. Das palavFras da EscA7ritura Dm
ToD7dos tinham recordado, QuanGmdo ao fim Bbmde tua morte, Viram o RessusciFtado Gm C7 F F7
6. EsFperamos a vFºitóriGma, CCaminhandBbo na esperança. C7Nesta fé que Fhoje nos A7salva Dm
D7Tua Páscoa é nosso guia, AprGmessemos, porBbm teu nome, A chegada deste diaF Gm C7 F F7