Quem Poderá

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Tom
CQuem podeAmrá defGinir o encCanto
AmQue há no esCpelho do Fteu olhGar?
 Ó mãe de DFeus, eu te amo CtantAmo
 E cada vDmez mais te qGuero amCar
CTeu rosto é Amsol que brilGhando aquCece
AmAs horas trCistes da FsolidGão
 E ao teu sorFriso de mãe paCreceAm
 Abrir-se em Dmflor nosso GcoraçãCo
CTu és a mAmais santa dGas mulhCeres
AmTu és do cCéu a mais Flinda Gflor
 Fazei de nFós, o que bem quisCeresAm
 Somos escDmravos do tGeu amCor
CQuantas estAmrelas fulgGentes, Cbelas
AmPor entre as Cnuvens a FrutilGar
 Tais os louvFores, puros amCoresAm
 Que venho, ó Dmvirgem, te GconsagCrar!
CTeu belo nAmome, nomGe divCino
AmLembra um sConho feitFo de Gluz
 Abre o camFinho àquele desCtinoAm
 Que há de leDmvar-nos atGé JesCus!