Este Pranto Em Minhas Mãos

Eugênio Jorge

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Tom
[Intro] D A Bm
  G Em A
DMuito aAlegre eu te Bmpedi o que era meu parGti, um Emsonho tão normAal.
DDissipAei meus bens e o Bmcoração também, no fGim meu mAundo era irreDal
GConfieAi no teD/F#u amor e volBmtei sGim, aquAi é meu DlugarD7!
GEu gastAei teus bens, ó F#mPai, e te Bmdou Emeste prAanto em minhas mDãos
DMil aAmigos conheBmci, disseram: adeus Gcaiu aEm solidão em Amim
DUm patArão cruel levBmou-me a refletir: meu GPai não trAata um servo asDsim
DNem deiAxaste-me falBmar da ingratidão morreGu no abrEmaço o mal que eu fAiz
DFesta, rAoupa nova, aBmnel, sandália aos pés, voltGei à vAida sou feliDz!
GConfieAi no teu D/F#amor e volteBmi simG, aqui Aé meu luDgarD7!
GEu gasAtei teus bens, óF#m Pai, e teBm douEm este pAranto em minhas mGãosGm D