Intro. ( C F/C G/C F/C )
CVivo já fora de mim, desde que morro de amF7+or; C
PoAmrque vivo no SFenhor, que me escolG4heu para si; G
CQuando o coração lhe dei, com ternF7+o amor lhe gravei:C
FQue morro porqGue não morro. Em Am7
DmVivo sem viver eG4m mim, C E tão alta vida FesperoG/F, Em Am7
FQue morro porG/Fque não moEm... E7/G# r... Am7ro. DmVivo sem viver emG4 mim. C Intro.
EsCta divina prisão, do amor em que eu vivoF, C
FAmez a Deus ser meu cativo, e livFre meu coF/Gração; G
E Ccausa em mim tão paixão ser eu de Deus a prisão,F C
Que morro Fporque não Gmorro. C Am7Ref. ( C F/C G/C F/C )
AiC que longa é esta vida! Que duros estes desterFros! C
Este cárcAmere, estes ferrFos onde a alma estC/Gá metida! G
SóC de esperar a saída me causa dor tão senFtida, C
Que morrFo porque não Gmorro. C Am7Ref. C C4 F/C A4
DVida, que posso eu dar a meu Deus que vive em miGm, D
BmSe não é perder-me enfiGm, para melhoA4r o gozar? A
DMorrendo, posso alcançar, pois nele está o meu socorGro, D
GQue morro porA/Gque não morDro. Bm
VEmivo sem viver Aem mim D E tão alta a vidGa esperoA/G F#m Bm
GQue morro porA/Gque não moF#m... F#7/A# r... Bm ro Em Vivo semA4 viver em mimD.
( D G/D A/D G/D ) D