DUm pequenino beija-flor triste sonEmhava
Com vôos lA7argos como as águias rumo ao sDol
Cada manhã o mesmo sonho desperEmtava
Ao despertA7ar um novo dia no
ArrebDol
Mas bem sabia pequenino no tamEmanho
Não ter da A7águia asas nem dela o fulgDor
Sabendo embora não renunciava o sEmonho
Beijar no iA7nfinito o sol como uma fDlor D7
Voa, Gvoa, voa, voa, águia vDoa
Quem me dA7era como tu voar alDém D7
Voa, Gvoa, voa, voa, águia vDoa
Quem me dA7era rumo ao sol voar tambDém
DNuma manhã veio pousar mesmo ao seuEm lado
Aquela A7águia do seu sonho qual visDão
Teve a idéia de esconder-se bem caEmlado
Nas suas pA7enas e assim voar entDão
E lá se foi buscando ao sol o esplEmendor
Mas já bem pA7róximo quis a águia voDltar
Ali tão perto mesmo só o beija-Emflor
voou e CA7onseguiu a flor do sol bDeijar D7
Voa, vGoa, voa, voa, águia vDoa
Quem me dA7era como tu voar alDém D7
Voa, Gvoa, voa, voa, águia vDoa
Quem me dA7era rumo ao sol voar tambDém
DAssim é minha história igual maravilEmhosa
Eu sou um bA7eija-flor pequenino a sonhDar
E tu Maria és a águia podEmerosa
Na qual eu pA7osso no sol de Deus enfim chDegar D7
Voa, Gvoa, coração meu, voa, vDoa
CoraçA7ão também foi feito pra vDoar D7
Voa, aos brGaços de Maria, voa, voDa
Que ela vaA7i fazer de Deus também beiDjar