Intro: A
Sim, eu CqueroAm que a luz de Dm7Deus que um dia em Dm/Cmim bG/BrilhoGu,
jamais se escDm7onda e não se Gapague em G/Fmim o seu fulC/Egor.
Sim, eu Fquero que o meu Gamor aG/Fjude o meu iEmrmão
a camiAmnhar guA7iado por tuas Dm7mãos, em tua lGei, em G7tua luz, SenhCor!
Esta Cterra, os astros. Amo sertão em Dm7paz,
Esta fElor e o páE/G#ssaro feliz que Amvês, não sentDm7irão,
não poderão jamais viGver esta G/Fvida singular que Deus nos dCá.
Em miCnh'alma cheia Amdo amor de DDm7eus, palpitE7ando a mesma E/G#vida divAminal,
Há um resplenDm7dor secreto do infinito SGer,
Há um G/Fprofundo germinar de eternidCade.
Quando eu Csou um sol a transmiAmtir a Dm7luz, e meu E7ser é templo E/G#onde
haAmbita Deus, todo Dm7céu estará presente em mGim, envolveG/Fndo-me na
vida e no caClor.
Esta Cvida nova, Amcomunhão com Dm7Deus, no batE7ismo, aquele E/G#dia eu recAmebi,
vai aumenDm7tando sempre e vai me transformGando, até que CG/Fristo seja todo
o meu viCver.
Sim, eu quero quBme a luz de Deus que um diaE em mim brilhou,
jamais se esconda e não se Bmapague em Emim o seu fulAgor. A7
Sim, eu Dquero que o meu Eamor ajude o meu irC#mmão
a camiF#mnhar guiF#ado por tuasBm mãos, em tua Elei, em E7tua luz, ASenhor! E
Esta Aterra, os astros. o sertão em Bmpaz,
Esta Eflor e o pássaro feliz que Avês, não sentiBmrão,
não poderão jamais viEver esta viE7da singular que Deus nos Adá.
Em minh'Aalma cheia do amor de BmDeus, palpiEtando a mesma vida diviAnal,
Há um resplenBmdor secreto do infinito ESer,
Há um proE7fundo germinar de eternidAade.
Quando eu Asou um sol a transmitir a Bmluz, e meu Eser é templo onde
habita ADeus, todo Bmcéu estará presente em Emim, envolE7vendo-me na
vida e no caAlor.
Esta Avida nova, comunhão com BmDeus, no baEtismo, aquele dia eu receAbi,
vai aumenBmtando sempre e vai me transforEmando, até que E7Cristo seja todo
o meu viAver.