À Senhora Aparecida

Padre Zezinho

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Tom
[Intro] G D7 G D7 G
Refrão
GVenho cantar meu canto, Echeio de amor e Amvida
 Venho louvar aqDuela a quem chamo "Senhora de ApareGcida"
GVenho louvar MaEria mãe do libertaAmdor
CVenho louvar a Gvirgem de cor moDrena, por seu aGmor
CVenho louvar a Gvirgem de cor moDrena, por seu aGmor C G D7 G
GQuero lembrar os fatos que aconteEceram naquele Amdia
 Quando por entre as Dredes, aquela imagem aparecGia
GVendo surgir das Eáguas a tosca imagem de negra Amcor
CAgradeceram Gtodos à mãe de DCristo por tanto aGmor
CAgradeceram Gtodos à mãe de DCristo por tanto aGmor C G D7 G
 QGuero entender o culto que comeEçou, desde aqueleAm dia
 MDuitos não compreendem, dizendo ser uma idolGatria
 MGas neste simbolEismo daquela imagem, de negra Amcor
 CChega-se com MGaria ao santDuário do SalvadGor
 CChega-se com MGaria ao santDuário do salvadGor C G D7 G
Refrão
GTorno a lembrar os fatos que agora Etocam a tanta Amgente
 Esta senhora humDilde, de cor morena, se fez preGsente
GNuma nação, aEonde imperava a mancha da escraviAmdão
CNossa senhora esGcura nos diz que o DCristo nos quer irmGãos
CNossa senhora esGcura nos diz que o DCristo nos quer irmGãosC G D7 G
GHoje, que eu vejo gente voltar contEente de apareAmcida
 Penso na minha igDreja com os pequenos compromeGtida
GPenso nas difeErenças que ainda ferem o meu pAmaís
CPeço que a mãe do CGristo conduza o Dpovo ao final felGiz
CPeço que a mãe do CGristo conduza o Dpovo ao final felGiz C G D7 G
Refrão
GHoje eu me fiz romeiro sem ilusEão e sem utopAmia
 Fui visitar a Dcasa que construíram pra mãe MaGria
GE, no meu jeito Esimples de entender esta devoAmção
CVirgem morena eu Gdisse: conduz meu Dpovo à libertaçGão
( C G D7 G C G )