[Intro] D G A Bbº G A D
DDebaixo dos D4salgueiros pAenduramos nossas hDarpas
DJuramos que ninguém mais D4cantarAia D
DQuando a dor é Am7demais a Dvoz não vGem
Se sai um cEmanto é um canto Ctriste como qAue
DDebaixo dos D4salgueiros pAenduramos nossas hDarpas
DSoluçando de saudades do pD4aís que lá fAicoDu
DSó voltamos a cantar quando o sAenhor nos liDbertou
( G D G D G D )
DIgrejas são de DD4eus quando cAaminham com o pDovo
DE gritam mesmo quandoD4 é pAroibiDdo
DQuando a dor é Am7demais e o Dpovo soGfre
Quem crê na Empaz não tem diCreito de caAlar
DDebaixo do sacrD4ário e a tocaAr nossas guiDtarras
DCelebramos a esperança de um D4país que parte o ApãoD
DVoltaremos ao silêncio quando o Apão for reparDtido