Intro: E B7 E
EDizem que todos os rF#mios,
B7Correm pro mar infiEnito
Dizem que além do horiF#mzonte,
B7Tudo se faz mais boEnito
E7Dizem que as águas da fAonte
AmSentem saudades do mEar
E que borbulham e salB7tam e pulam e correm querendo chegEar
E que borbulham e salB7tam e pulam e correm querendo chegEar
F Dizem que todas as fGmlores,
C7Olham pro azul infiFnito
Dizem que além no horiGmzonte,
C7Tudo é mais verde e boFnito
F7Dizem que as flores do cBbampo,
BbmSentem saudades do sFol
E que bem cedo se enfC7eitam, se ajeitam, e espreitam pra ver o arrebFol.
E que bem cedo se enfC7eitam, se ajeitam, e espreitam pra ver o arrebFol.
Esta saudade que diC7zem que as coisas padecem
Debaixo do céFu ai, ai, ai
É a saudade que eu sC7into, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DFeus nosso pai
Esta saudade que diC7zem que as coisas padecem
Debaixo do céFu ai, ai, ai
É a saudade que eu sC7into, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DFeus nosso pai F# G
Dizem que todas as Amnuvens,
D7Vagam no espaço infiGnito
Dizem que além do horizAmonte,
D7Tudo é mais claro e bonGito
G7Dizem que as nuvens se encContram,
CmPra conversar sobre o mGar
E que trovejam e brD7igam e pingam e chovem querendo volGtar
E que trovejam e brD7igam e pingam e chovem querendo volGtar
Esta saudade que diD7zem que as coisas padecem
Debaixo do cGéu ai, ai, ai
É a saudade que eu D7sinto, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DGeus nosso pai
Esta saudade que diD7zem que as coisas padecem
Debaixo do cGéu ai, ai, ai
É a saudade que eu D7sinto, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DGeus nosso pai
Esta saudade que diD7zem que as coisas padecem
Debaixo do cGéu ai, ai, ai
É a saudade que eu D7sinto, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DGeus nosso pai
Esta saudade que diD7zem que as coisas padecem
Debaixo do cGéu ai, ai, ai
É a saudade que eu D7sinto, eu confesso, eu não minto.
O que sinto de DGeus nosso pai.