Não Deixe Que Eu Me Canse, Meu Senhor

Padre Zezinho

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Tom
 Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
 Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou
 DeceApção violência e rA7ancor
 EgDmoísmo de quem tem demais
 E a revAolta de quem nada A7tem
 Muita gGmente inverteu seu vAalor
 Ao que é gDmuerra se chama de paz
 E a malAdade se cA7hama dDme bem(C)
 Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
 Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou//
 ReligAião quantas vezes aA7liena
 SolDmidão não inspira mais pena
 Quem não Avê continua sem A7ver
 Quem tem Gmmais não reparte o que Atem
 Tudo Dmestá como bem lhes convém
 Quem não tAem conA7tinua seDmm ter (C)
 Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
 Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou
 OcidAente e Oriente comA7batem
 E na Dmluta os mais fracos abatem
 Quem suAbiu não aceita dA7escer
 Quem fGmicou quer subir de estAatura
 Nem que Dmseja a poder de loucura
 Quem não Aé contA7inua semDm ser(C)
 Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
 Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou//
 Há quem dAiga que a reA7alidade
 SempreDm foi guerra, ódio e maldade
 E que o mAundo jamais vai mA7udar
 E eu que Gmcreio na tua verdAade
 Te suDmplico com toda a humildade
 Por faAvor não me dA7eixes caDmnsar(C)
 Não dDmeixe que eu me cA7anse meu SeDmnhor
 Não dGmeixe que eu me Dmcanse
 Não dGmeixe que eu me Dmcanse
 Não dGmeixe que eu me AcaDmaans(C)e Dm