Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou
DeceApção violência e rA7ancor
EgDmoísmo de quem tem demais
E a revAolta de quem nada A7tem
Muita gGmente inverteu seu vAalor
Ao que é gDmuerra se chama de paz
E a malAdade se cA7hama dDme bem(C)
Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou//
ReligAião quantas vezes aA7liena
SolDmidão não inspira mais pena
Quem não Avê continua sem A7ver
Quem tem Gmmais não reparte o que Atem
Tudo Dmestá como bem lhes convém
Quem não tAem conA7tinua seDmm ter (C)
Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou
OcidAente e Oriente comA7batem
E na Dmluta os mais fracos abatem
Quem suAbiu não aceita dA7escer
Quem fGmicou quer subir de estAatura
Nem que Dmseja a poder de loucura
Quem não Aé contA7inua semDm ser(C)
Não dDmeixe que eu me A7canse meu DmSenhor
Ao vDer o que este D7mundo se tGmornou//
Há quem dAiga que a reA7alidade
SempreDm foi guerra, ódio e maldade
E que o mAundo jamais vai mA7udar
E eu que Gmcreio na tua verdAade
Te suDmplico com toda a humildade
Por faAvor não me dA7eixes caDmnsar(C)
Não dDmeixe que eu me cA7anse meu SeDmnhor
Não dGmeixe que eu me Dmcanse
Não dGmeixe que eu me Dmcanse
Não dGmeixe que eu me AcaDmaans(C)e Dm