1-DQuando o Gdia da pDaz renascer, quaGndo o DSol da esperança brilhar, eu vou
Emcantar… Quando o povo nas ruas sA7orrir e a roEmseira de novo floA7rir, eu vou cantDa
Quando as cercas caGírem no cDhão, Quando as mesas se enGcheremD de pão, eu
vou caEmntar, Quando os muros que cercam os jarA7dins destEmruídos Então os
jasA7mins vão perfuDmar
VDai ser tão boAnito se ouvGir a canDção CanAtada de Dnovo, No olhar do Ahomem
a certGeza do irmDão, ReiA7nado do Dpovo 2 x
2-DQuando as armas da GdestruiçDão, destruídas em Gcada Dnação, eu vou soEmnhar.
E o decreto que encerra a opressA7ão, assEminado só no coraçãA7o, vai triunfarD
Quando a voz da verdGade se ouvDir, E a mentira não Gmais exisDtir, será eEmnfim.
Tempo novo de eterna jusA7tiça, sem mais óEmdio, nem sangue, coAbiça,
Vai ser asDsim