CSó quem já provou a dor
Quem sofAmreu, se amargurou
Viu a cFruz e a vida em Gtons reais
Quem no Ccerto procurou
Mas no erAmrado se perdeu
preciFsou saber recGomeçar
Só quem Dmjá perdeu na vidaF sabe o que é ganhGar
Porque encontFrou na deBbrrota o motivo para lutGar
E assAmim viu no outono a primavEmera
DescoFbriu que é no coDmnflito que a vBbida faz cresceGr
Refrão:
CQue o verso tem rAmeverso
Que o Fdireito tem avGesso
CQue o de graça tem seu Ampreço
Que a Bbvida tem contGrários
E a sauEmdade é um luAmgar
Que só Emchega quem aAmmou
E que Bbo ódio é uma forma tão estrFanha de aGmar
CQue o perto tem dAmistâncias
E que esqFuerdo tem dirGeito
Que a resCposta tem perAmgunta
E o pBbroblema soluçãGo
E que o aEmmor começa aAmqui
No contEmrário que há em Ammim
E a sBbombra só existe quando briFlha alguma lBbuz. G
Só quem sCoube duvidar
Pôde enAmfim acreditar
Viu sem vFer e amou sem apGrisionar
Quem no pCouco se encontrou
AprendAmeu multiplicar
DescobFriu o dom de etGernizar
Só quem Dmperdoou na vida sFabe o que é amGar
PorqFue aprendeu que o Bbamor só é amor
Se já provFou alguma dGor
E asAmsim viu grandeza na miEmséria
DescobrBbiu que é no limite
Que o amFor pode nascGer
(Volta ao refrão)
CQue o verso tem rAmeverso
Que o Fdireito tem avGesso
CQue o de graça tem seu Ampreço
Que a Bbvida tem contGrários
E a sauEmdade é um luAmgar
Que só Emchega quem aAmmou
E que Bbo ódio é uma forma tão estrFanha de aGmar
CQue o perto tem dAmistâncias
E que esqFuerdo tem dirGeito
Que a resCposta tem perAmgunta
E o pBbroblema soluçãGo
E que o aEmmor começa aAmqui
No contEmrário que há em Ammim
E a sBbombra só existe quando briFlha alguma lBbuz. G