Enredos do Meu Povo Simples

Pe. Fábio de Melo

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Tom
 Lendo os enCredos
 Do meu povo que é tão Dmsimples
 Ouvindo hisGtórias
 E seus nobres contaCdorC7es
F7M G/F
Eu vejo estradas construídas
 Na minhC/E'alma
AmPor onde Dpassa o mundo inteiro bem aGli
 São retiranCtes, seresteiros, viaDmndantes
 E cada quGal com sua história CpraC7 contar
F7M
Eu abro as portas
 Da minG/Fha alma prC/Ea que eles
AmNos surprDeendam
 Com seu jeito de falaGr
 São traduFtores
 Dos senG/Ftimentos do muC/Endo
Am Dm
 Bem aventGuram
 Que não sabe GmaondC7e chegar
 Costroem pFontes de paG/Flavras
 Pra que vC/Eolte
AmQuem está perD7dido
 Sem saber como volGtar
 São artesFãos
 Que tecem G/Ffios de hisC/Etórias
AmQue nos cosDmturam numa Gmesma dirGmeção
C7Enredos simples, reborG/Fdados de vC/Eiolas
AmCanções anDmtigas pra aleGgrar o coraçCão
CEh vioF/Cla violando lCivre
 ViF/Cola vibrando trAmiste
 Nas F/Acordas do coraçG/Bão
CEh poeF/Ctas, portões Cdo mundo
 PoF/Cr onde Deus achAma o rumo
FPra tocar meu coGração
FEh rG/Fetalhos de vida eC morte
 PoFetas que escrevem foDmrte
 A histGória que somos nósC