D9De contar tGantas estreD9las algumas nos olA7hos guardGei A7 G
Emse lágrimA7as não broEmtaram porG dentro decerto chorA7ei (2x)
( G F#m Em A7 D9 )
( D Em G D A7 D Em G A7 D )
Meus olhDos teimam em beber distâncias
Na busca antiga de vaGrar caminhos Em
Onde as porteiras não limitam sA7onhos
GNem são cativos os que sA7ão sozinhos
DMeus olhos teimam em beber estrelas
No breu celeste onde a luGa navega Em
E a arrogância de um rastro cadA7ente
GQue até parece cair nA7as macegas
GQue até parece cair nas macegas
Quem sDmabe os meus olhos querem mais
Do qCue minh'alma pode conceber
Me bBbasta um rancho só, beirando o rio
E o amor A7de um bem querDer
( D Em G A7 D )
Pelos remaDnsos vou deixar esperas
Por sobre as águas, desliGzando a proa Em
Cevando sonhos no bater dos rA7emos
GRompendo auroras dentro da canoA7a
DVou navegar por entre calmarias
Quando a canoa singrar Goutras águas Em
De um mar distante que ainda não conhA7eço
GDeixando o rancho, os sonhos e as mágA7oas
GDeixando o rancho, os sonhos e as mágoas
Quem sDmabe os meus olhos querem mais
Do qCue minh'alma pode conceber
Me bBbasta um rancho só, beirando o rio
E o amor A7de um bem querDer
Quem sDmabe os meus olhos querem mais
Do qCue minh'alma pode conceber
Me bBbasta um rancho só, beirando o rio
E o amor A7de um bem querDer
( D Em G A7 D )