Triste Berrante

Pe. Fábio de Melo

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Tom
 Gm7vai bem longe este C7tempo, bem F7Msei
 Tão Bb6/9longe que até penso qEm7ue euA7 sonDmhei D7
 Que Gmlindo quando a gente ouC7via disF7Mtante
Bb6/9 Em7
O som daquele triste berrante
 E um boiaA7deiro a griD7tar, êia!
 E Gmeu ficava ali na C7beira da esF7Mtrada
Bb6/9 Em7
Vendo caminhar a boiada
 Até o A7último boi passDar
 E Em7ali passava A7boi, passava F#m11boiada
 Tinha uma palBm7meira na beira da estEm7rada
 Onde foi graA7vado muito coraçDão D6
Mas sempre foi assim e sempre será
O novo vem e o velho tem que parar
O progresso cobriu a poeira da estrada
E esse tudo que é o meu nada
Eu hoje tenho que acatar e chorar
Mas mesmo vendo gente, carros passando
Meus olhos estão enxergando
Uma boiada passar