Algoritmo

Rosa de Saron

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Tom
BHá o finC#ito Ele então caminD#mhará sob o luar
BSe o virC#, decore onde ele eD#mstá
BPorque aC#o vê-lo, indicará D#mpor onde deve ir
Bnão espeC#re a noite terD#mminar
BÉ onde oC# sereno chora em sD#meu lugar
BNão exisC#te um jeito certo dD#me fazer uma cois(4x)a errada,
ou se acerta, ou se erra e se pode ser melhor que é.
Evidente que ainda não é tão bom assim.
( B C#9/G# D#m B C#9/G# D#m )
(Mesmos acordes do primeiro verso)
Ao infinito há um céu e há o discurso de quem perdeu seu custo
e agora está aí, a deriva, 777 luzes não puderam iluminar
A sombra que escondeu-se no seu lar
BNão exisC#te um jeito certo dD#me fazer uma coi(3x)sa errada,
ou se acerta, ou se erra e se pode ser melhor que é.
 EvD#midente que ainda nãBo é tãoC# bom
 Há o D#merro e outra vez Outra cBhance, ouC#tro lugar
 E enquanto o D#msábio aponta o céu, o idBiota olha oC# dedo
 Mas estrela jD#má não há Explodiu, não eBxiste mais C#
 O algorD#mitmo venceu Sinal, sBíntese, sintomaC#tismo
D#mMeu a mor,
Bveja bem DigC#a amém
D#mDurma bem
BNão existe um C#jeito certoD#m de fazer uma coisa errada,
Bou se acerta, C#ou se erra D#me se pode ser melhor queB é. C#
D#mEvidente que ainda não Bé tãoC# bom
D#massim.
BVeja bem, C#9/G#diga amém, durmaD#m bem.