Cartas ao Remetente

Rosa de Saron

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Tom
Intro: D9 Em7 G9 D9
A9/C# À qD9uem F#m7 amouG demD9ais
A9/C# À qD9uem F#m7choroG9u demD9ais
 Quanto tempo C7Mnão dão Bm7atenção ao seu pG9obre coraçD9ão?
A9/C#Não se D9 atrF#m7eve aG9 falaD9r
A9/C#Não sD9e F#m7permiG9te erD9rar
C7M
Quem inventou a dor?
 EsqueBm7ça o ardor, afinBb9al
D9Se Deus te desse só o amaF#m7nhã
 Pra sentir o que nunca senBm7tiu, sentirG9ia?
 Qual seEm7ria sua últiG9ma oraçD9ão?
A9/C# DoeuD9, F#m7 deixG9e curD9ar
A9/C# FicoD9u, F#m7deixeG9 pasD9sar
C7M
O árduo é trivial
 Mas Bm7a afeição é etBb9érea
D9Se Deus te desse só o amaF#m7nhã
 Pra sentir o que nunca senBm7tiu,A9 sentiG9ria?
 Qual seEm7ria sua últiG9ma oraçD9ão?
( Em7 G9 D9 )
A9/C# Mais que uma razão pra se viBm7ver
 Uma verdadeira causa pela quG9al morrD9er
A9/C# Seja o prólogo de quem vivBm7eu a preparar o seu epílogo
 E dG9ito, deu fé
D9Se Deus te desse só o amaF#m7nhã
 Pra sentir o que nunca senBm7tiu, sentiG9ria?
D9Se de fato fosse mesmo o últimoF#m/E adeus F#m7
 Onde há de estar o seu amBm7or? A9
 E assim, vG9iva como qEm7uem soube qG9ue vai morreD9r
 Morra Em7como quem um dG9ia soube vivD9er