EEu não me senti no A9ar
EEu não percebi caA9ir
C#mSob o cais, sobe o cB9aos
A9Da bendita finitude que me coC#mnsome
Quase A9sem me tB9ocar
EEu não decidi fiA9car
EEu não resolvi parA9tir
C#mAguardei seu olA9har
Se volEtar á minha A9diminuta raC#mzão
EntreoA9lhar nosso espEaço
Nosso hB9iato que ruA9giu
Quando eu não pude Ever, A9eu Evi
A9Quando eu não pude Eamar,A9 eu B9ameA9i
C#mNa minha incompletB9ude, então
EFui capaz de B9destilar minha A9dor
IncaB9paz de ignorar o aA9deus do dEia
ESei que eu quis um tempoA9 só
ESei que sempre esteve aA9qui
E aC#mli no princB9ípio, onde sEe fez vA9erbo
E o C#mverbo era amA9ar
Eu enEtão regreB9ssei
Pra Não A9Retornar
Quando eu não pude Ever, voA9cê Eviu
A9Quando eu não pude Eamar, vA9ocê B9amoA9u
C#mNa minha incompletude
B9Eis que A9observo aquele ávido Eolhar
IncaB9paz de ignorar o mA9eu